É o da torre Burj Khalifa, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que se
desloca a 18 m/s, o equivalente a cerca de 65 km/h. O megaprédio é
também o mais alto do planeta, com 828 metros e 160 andares. Para levar
os visitantes do edifício de um andar para outro, foram instalados 57
superelevadores, sendo que alguns param apenas nos pisos 43, 76 e 123 - é
uma forma de facilitar a vida de quem vai para os níveis mais altos.
Antes dos "apressadinhos" de Dubai, os mais rápidos do planeta eram os
da torre Taipei 101, em Taiwan, que se deslocam a 16,83 m/s (ou 60,6
km/h). Outro empreendimento que conta com elevadores "supersônicos" é a
torre de pesquisa G1TOWER, no Japão. O edifício pertence à fabricante de
elevadores Hitachi e será usado para a realização de testes de modelos
ultrarrápidos capazes de transportar cargas de até 5 toneladas.
ESTE BLOG FOI FEITO PARA VOCÊ, SINTA-SE A VONTADE, VISITE TODOS OS ITENS; CURIOSIDADE, MENSAGEM DO DIA, POESIAS, HUMOR ETC.SEJA BEM VINDO, VOCÊ É MUITO ESPECIAL.
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terça-feira, 22 de julho de 2014
Como surgiu a maquiagem?
Proteção divina
No Egito antigo, tanto homens quanto mulheres preenchiam as palpebras com kohl, uma pasta obtida do mineral malaquita misturado com carvão e cinzas. O objetivo era proteger os olhos, considerados "espelhos da alma", contra espíritos malignos. Especialistas acreditam que essa é não apenas a origem da sombra mas também da própria maquiagem.
Convite ao pecado
O lápis do olho também vem do kohl. O formato em bastão foi um modo de obter traços mais delineados. Na Idade Média, o hábito foi abandonado porque a Igreja o considerava uma forma de vaidade. Mas o kohl existe até hoje, em versão aprimorada. "É o chamado kajal, muito usado por indianos e árabes", explica o maquiador Marcus Martinelli.
Beterraba na cara
O tom vermelho no rosto indica boa circulação sanguínea - e, portanto, boa saúde. Na Grécia antiga, homens e mulheres reforçavam a cor com amoras e algas marinhas. O blush atual remonta à França do século 18 quando Alexander Bourjoism, dono de uma empresa de comésticos, criou um pó à base de frutas e beterraba. Batizou-o de rouge (vermelho, em francês)
Reboco de parede
Ao longo da história, vários povos criaram maneiras de corrigir imperfeições na pele - função atualmente resolvida com a base. Na Roma antiga, usavam giz para parecer mais brancos. No século 2, o médico e filósofo romano Galeno propôs um creme à base de água, cera de abelha e azeite de oliva. E no Japão do século 17 o segredo era uma pesada massa feita de pó de arroz, chamada oshiroi.
Presente de irmão
Foi o perfumista francês Eugene Rimmel, no século 19, que lançou a primeira forma de rímel. Em 1917, o químico T. L. Willian, atendendo a um pedido de sua irmã Maybel, reinventou o produto, adicionando vaselina e pó de carvão. Anos depois, fundou a empresa Maybelline e popularizou o produto na forma de bastão em tubo, o que facilitou muito sua aplicação.
Beleza que mata
Na Roma antiga, uma pasta gordurosa à base de cevada, chifre de veado, mel e salitre era usada como proteção para os lábios. "Os egípcios aplicavam pigmentos extraídos de algas, iodo e bromo manitol, que eram tóxicos", diz Martinelli. A moda de pintar a boca se tornou mais difundida (e segura) no século 17, com pomadas coloridas que viriam a originar o batom.
As cores do Status
Os egípcios também foram os pioneiros do esmalte, pintando as unhas com extratos de plantas. Mas foi na China do século 14 que surgiu a primeira mistura química para esse fim. "Era feita de goma-arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha. As cores escuras eram usadas pelas pessoas de classe alta, e as claras pela população mais pobre", explica Martinelli.
De quem é a voz da chamada a cobrar?
A dona da voz é a locutora paulista Patrícia Godoy. Toda vez que você
liga para alguém a cobrar, ouve a mensagem "chamada a cobrar: diga seu
nome e a cidade de onde está falando". Quem está do outro lado da linha,
recebendo a ligação, ouve "chamada a cobrar: para aceitá-la, continue
na linha após a identificação". As duas mensagens foram gravadas com a
voz de Patrícia, que você vê na foto ao lado. Apesar de ser formada em
piano clássico, educação física e laboratórios médicos, Patrícia
trabalha como atriz desde os 15 anos, quando começou a fazer comerciais,
gravar jingles e dublar vozes. A dona da voz também já fez novelas e
apresentou telejornais no SBT. Agora sua principal ocupação é como
locutora de comerciais. "Meus amigos já até sabem quando um comercial
tem a minha voz", diz. A chamada a cobrar automática (com a discagem do 9
na frente do número) existe no Brasil desde 1984. Antes, dava um
trabalhão: o usuário tinha que ligar para a telefonista, que então fazia
a ligação. Hoje, quando alguém recebe uma chamada a cobrar, tem seis
segundos para decidir se a aceita ou não - é nesse intervalo que entra a
mensagem com a voz da locutora. Depois desse período, a ligação começa
automaticamente a ser cobrada.
fonte: mundo estranho
quinta-feira, 12 de junho de 2014
ORIGEM DO DIA DOS NAMORADOS
O
feriado romântico ou o dia dos namorados judaico: desde tempos
bíblicos, o 15º dia do mês hebreu de Av tem sido celebrado como o
Feriado do Amor e do Afeto. Em Israel, tornou-se o feriado das
flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se
ama. Previamente, era permitido às pessoas só se casar com pessoas
da sua própria tribo. De certo modo, era um pouco semelhante ao
velho sistema de castas na Índia. O 15 de Av se tornou o Feriado de
Amor, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo.
Em tempos bíblicos, o Feriado do Amor era celebrado com tochas e
fogueiras. Hoje em dia, em Israel, é costume enviar flores a quem se
ama ou para os parentes mais íntimos. A significação e a
importância do feriado aumentaram em anos recentes. Canções
românticas são tocadas no rádio e festas "Feriado do Amor"
são celebrados à noite, em todo o país. (Jane Bichmacher de
Glasman, autora do livro "À Luz da Menorá"). No Brasil, a
gênese da data é menos romântica. Alguns a atribuem a uma promoção
pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. Outros
dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950,
pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo
comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o
amor". A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro
ao Valentine s Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados
Unidos. É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data
escolhida porque representa uma época em que o comércio de
presentes não fica tão intenso. A idéia funcionou tão bem para os
comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora
anualmente a data. Outra versão reverencia a véspera do dia de
Santo Antônio, o saPara Meu Querido Namoradonto casamenteiro.
fonte: http://www.mensagenscomamor.com/dia_dos_namorados.htm
quarta-feira, 5 de março de 2014
Existe algum alimento natural azul?
por Yuri Vasconcelos | Edição 86
Não, e a explicação é tanto bioquímica quanto histórica. "Os corantes presentes nas plantas, cuja função é protegê-las, são substâncias muito sensíveis à luz, ao oxigênio e à acidez", afirma o engenheiro de alimentos Marcelo Alexandre Prado, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Enquanto os pigmentos verde e vermelho são mais resistentes, o azul se degrada rapidamente, a não ser que esteja em um ambiente alcalino, o que é raro na natureza, já que a maioria dos alimentos tem pH de neutro para ácido." Para piorar a vida dos rangos azuis, o homem nunca fez nada para ajudar. É que, desde a Pré-História, temos a tendência de associar cores a sabores. "A experiência cognitiva do ser humano relaciona cores quentes, como vermelho e laranja, a alimentos doces. O verde, por sua vez, é associado a comidas ácidas e azedas, como o limão. Já o azul remete a coisas mofadas ou estragadas", diz Prado. Por isso, pode até ser que, há milhões de anos, tenham existido alimentos naturais azuis, mas eles foram deixados de lado pelos nossos ancestrais e acabaram extintos. A não ser, claro, que você acredite que aqueles ovos vendidos no botequim da esquina são mesmo azuis... :-P
A cor azul é tão desestimulante para o nosso apetite que algumas dietas de emagrecimento até recomendam o uso de pratos azuis para diminuir a fome dos comilões!
AZUL, PERO NO MUCHO
Confira um cardápio especial de rangos "quase" azuis
BLUEBERRY
Vinda da América do Norte, essa frutinha, conhecida como mirtilo, talvez seja o alimento natural cuja cor mais se aproxime do azul. Quem dá sua peculiar tonalidade arroxeada são as antocianinas, substâncias antioxidantes que combatem o envelhecimento.
BOLETO-DO-DIABO
Boletos é o nome genérico de uma vasta família de fungos comestíveis, com mais de cem espécies. A polpa do boleto-do-diabo (Boletus satanas) tinge-se na hora de azul quando ele é partido ao meio e o miolo entra em contato com o ar
COUVE-ROXA
As folhas de alguns tipos de couve, como a couve-roxa, possuem uma coloração púrpura, que varia de tons entre o vermelho e o azul. Ela também é rica no mesmo pigmento encontrado nas blueberries, as antocianinas
MILHO AZUL
No México, existe uma variedade de milho cujas espigas estão mais para o azul do que para o tradicional amarelo. A farinha feita desse milho diferentão é usada na fabricação de tortillas, as famosas panquecas mexicanas.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Por que a pimenta arde? Qual é a mais ardida do mundo?
As pimentas ardem porque possuem as chamadas capsaicinóides. Essas substâncias de nome esquisito não têm cheiro nem sabor, mas estimulam as células nervosas da boca, produzindo aquela sensação de ardor, como se a boca estivesse pegando fogo. As capsaicinóides são produzidas por glândulas localizadas nas placentas das pimentas - aquele tecido esbranquiçado onde ficam grudadas as sementinhas. A "temperatura" de cada espécie desse fruto depende da concentração de capsaicinóides que ela possui. E, por incrível que pareça, existe até uma unidade específica para se medir o ardor: a Unidade de Calor Scoville (SHU) - nome em homenagem ao farmacologista Wilbur L. Scoville, pioneiro na medição do poder de fogo desse condimento. O SHU de cada pimenta é obtido após testes bioquímicos em máquinas com líquidos de alta pressão. O Guinness Book, o "livro dos recordes", já apontou em uma de suas edições a californiana red savina habanero como a pimenta mais ardida do mundo, atingindo a marca de até 580 mil SHU. Só para comparar, a nossa "quentíssima" e popular malagueta atinge cerca de 200 mil SHU. Num ranking completo das espécies mais poderosas, é provável que a malagueta conseguisse um lugar entre as cinco primeiras. Mas, como ela é pouco conhecida fora do Brasil, não entrou na lista mais confiável que encontramos sobre o assunto, e que você confere abaixo.
domingo, 2 de março de 2014
Como surgiu o sorvete?
Foi na China de 4 000 anos atrás, quando uma sobremesa à base de leite e arroz foi congelada na neve. Rapidamente a delícia ganhou prestígio, mas apenas entre a nobreza, que podia dispor de leite (então uma mercadoria cara) e tinha como conservar a neve até o verão, valendo-se de câmaras frigoríficas subterrâneas. Em sua viagem à China, em 1271, o veneziano Marco Polo teria encontrado grande variedade de cremes congelados de frutas. As receitas vieram em sua bagagem, mas não saíram da Itália até meados do século XVI, quando um certo Buontalenti, cozinheiro de Catarina de Médici (1519-1589), introduziu a requintada sobremesa na corte francesa. Em 1670, o siciliano Francisco Procópio abriu em Paris um café que vendia sorvetes - a primeira sorveteria da história.
O sucesso foi tão grande que, seis anos depois, havia mais de 250 fabricantes de sorvete na capital francesa. "Além de ser gostoso, é um alimento quase completo: contém proteínas, lipídios, cálcio, minerais, fósforo e outros componentes fundamentais. Faltam apenas as fibras", diz a nutricionista Ana Célia Amaral Ayres Dellosso, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O que torna um queijo diferente do outro?
por Gilberto Stam | Edição 12
É a variedade de processos de produção, que altera as reações químicas que transformam o leite em um aglomerado sólido. O tipo de queijo começa a ser definido pela matéria-prima, já que cada leite - seja de vaca, cabra, ovelha ou búfala - apresenta diferentes teores de gordura e de composição nutricional. Seja qual for a fonte escolhida, o líquido tem que passar primeiro pela etapa de coagulação ou solidificação, processo ativado por bactérias naturais do próprio leite ou pela renina, enzima retirada do estômago do carneiro. Depois de formada a massa, ela é prensada para perder o soro, ou excesso de água. Essa é a receita básica para os queijos frescos. Quando a massa é envelhecida - ou "curada" -, a produção incorpora outras etapas, que ajudam a aumentar a variedade de queijos. Esses tipos envelhecidos dependem ainda da bactéria, enzima ou fungo utilizado para amadurecê-los, bem como da temperatura e da umidade do local onde a massa descansa até ficar no ponto certo.
A soma de todos esses fatores determina a velocidade das reações químicas entre os compostos do leite, modificando o aroma, o sabor, a textura e a consistência. Quanto mais curado, mais duro e amarelado fica o queijo. Essas diferenças na receita já são bem conhecidas - o que permanece cercado de mistério é como o queijo surgiu no mundo. O mais provável é que tenha sido acidentalmente, assim que o homem passou a domesticar animais, há cerca de 10 mil anos, no Oriente Médio. Segundo uma lenda antiga, o primeiro queijo teria sido produzido ao acaso por um mercador árabe que atravessava o deserto. Ele guardou leite numa bolsa feita com estômago de carneiro e a renina presente na bolsa, junto com o calor do Sol, fez o leite coagular, formando uma massa saborosa. O queijo se espalhou pela Europa com o Império Romano e, na Idade Média, passou a ser produzido por monges, que dominaram o processo e fizeram do alimento um produto típico do continente.
Os especialistas calculam que existam milhares de nomes diferentes de queijo - que poderiam ser agrupados em cerca de 400 tipos básicos, quase todos de origem européia.
Alquimia apetitosa Iguaria de leite solidificado nasce de fungos e bactérias
EMENTAL
O famoso queijo suíço apareceu por volta do século 15. Durante sua produção, ele passa duas semanas no refrigerador e depois é transferido para uma câmera com temperatura entre 20 e 24 ºC. Essa mudança ativa a bactéria Ropionibacterium shermanii, que produz gás carbônico, formando os buracos característicos desse queijo. Junto com o gruyère, um tipo semelhante, é usado para fazer o saboroso fondue.
CAMEMBERT
Um dos queijos de cheiro mais forte, surgiu na região da Normandia no século 17. Sua casca é produzida pelo fungo Penicillium camemberti, um tipo de bolor. Esse fungo solta enzimas que digerem as proteínas do queijo, fazendo com que seu interior fique cremoso. Para que as enzimas possam amolecê-lo por inteiro, ele é feito com pouca espessura. Um tipo parecido, porém mais suave, é o brie, que usa outro fungo, o Penicillium candidum.
CHEDDAR
O mais típico queijo inglês teve origem no condado de Somerset, sudoeste da Inglaterra, no século 15. Sua massa, ainda fresca, é picada para que o soro escorra e depois fica prensada em grandes cilindros. O cheddar, então, é envolto em um tecido fino e coberto com cera. O tempo ideal de maturação é de um ano e meio, o que deixa o sabor mais intenso.
MUSSARELA
Um dos queijos mais populares do mundo foi criado na região de Nápoles no século 16. As primeiras mussarelas eram de leite de búfala. Sua massa fresca é amassada e esticada até ficar com uma consistência suave e flexível, sendo depois moldada e conservada no próprio soro. A versão com leite de vaca passa por um rápido cozimento, seguido de um período de três semanas descansando em local refrigerado, o que deixa o queijo mais fácil de derreter.
PARMESÃO
Surgiu na cidade de Parma no século 16. Possui uma crosta externa de cor marrom-amarelada, dura e oleosa, com um interior que fica quebradiço com o envelhecimento. O parmesão original deve ser envelhecido por dois anos no mínimo. Um tipo semelhante é o grana, o chamado "ouro da Itália", queijo caríssimo porque chega a ficar quatro anos maturando.
MINAS
Como diz o nome, surgiu em Minas Gerais durante o período colonial, passando a ser produzido industrialmente em 1880. Trata-se do representante nacional do queijo fresco, categoria da qual fazem parte a ricota e o queijo cottage. São esses os tipos mais simples de produzir, pois não passam pela etapa de envelhecimento. Devido ao sabor suave, muitas vezes são usados para fazer sobremesas.
ROQUEFORT
Nascido no sul da França no século 11, é feito com leite de ovelha e tem um fungo chamado Penicillium roqueforti, que só é ativado em contato com o ar. Por isso, a massa é furada por agulhas para que o fungo cresça e forme um bolor esverdeado. Na produção tradicional, o envelhecimento é nas cavernas da cidade de Roquefort, onde o frescor e a umidade ajudam o fungo a crescer. O gorgonzola é parecido, mas leva leite de vaca.
O famoso queijo suíço apareceu por volta do século 15. Durante sua produção, ele passa duas semanas no refrigerador e depois é transferido para uma câmera com temperatura entre 20 e 24 ºC. Essa mudança ativa a bactéria Ropionibacterium shermanii, que produz gás carbônico, formando os buracos característicos desse queijo. Junto com o gruyère, um tipo semelhante, é usado para fazer o saboroso fondue.
CAMEMBERT
Um dos queijos de cheiro mais forte, surgiu na região da Normandia no século 17. Sua casca é produzida pelo fungo Penicillium camemberti, um tipo de bolor. Esse fungo solta enzimas que digerem as proteínas do queijo, fazendo com que seu interior fique cremoso. Para que as enzimas possam amolecê-lo por inteiro, ele é feito com pouca espessura. Um tipo parecido, porém mais suave, é o brie, que usa outro fungo, o Penicillium candidum.
CHEDDAR
O mais típico queijo inglês teve origem no condado de Somerset, sudoeste da Inglaterra, no século 15. Sua massa, ainda fresca, é picada para que o soro escorra e depois fica prensada em grandes cilindros. O cheddar, então, é envolto em um tecido fino e coberto com cera. O tempo ideal de maturação é de um ano e meio, o que deixa o sabor mais intenso.
MUSSARELA
Um dos queijos mais populares do mundo foi criado na região de Nápoles no século 16. As primeiras mussarelas eram de leite de búfala. Sua massa fresca é amassada e esticada até ficar com uma consistência suave e flexível, sendo depois moldada e conservada no próprio soro. A versão com leite de vaca passa por um rápido cozimento, seguido de um período de três semanas descansando em local refrigerado, o que deixa o queijo mais fácil de derreter.
PARMESÃO
Surgiu na cidade de Parma no século 16. Possui uma crosta externa de cor marrom-amarelada, dura e oleosa, com um interior que fica quebradiço com o envelhecimento. O parmesão original deve ser envelhecido por dois anos no mínimo. Um tipo semelhante é o grana, o chamado "ouro da Itália", queijo caríssimo porque chega a ficar quatro anos maturando.
MINAS
Como diz o nome, surgiu em Minas Gerais durante o período colonial, passando a ser produzido industrialmente em 1880. Trata-se do representante nacional do queijo fresco, categoria da qual fazem parte a ricota e o queijo cottage. São esses os tipos mais simples de produzir, pois não passam pela etapa de envelhecimento. Devido ao sabor suave, muitas vezes são usados para fazer sobremesas.
ROQUEFORT
Nascido no sul da França no século 11, é feito com leite de ovelha e tem um fungo chamado Penicillium roqueforti, que só é ativado em contato com o ar. Por isso, a massa é furada por agulhas para que o fungo cresça e forme um bolor esverdeado. Na produção tradicional, o envelhecimento é nas cavernas da cidade de Roquefort, onde o frescor e a umidade ajudam o fungo a crescer. O gorgonzola é parecido, mas leva leite de vaca.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Por que balas de menta deixam a boca "fria"?
por Meire Cavalcante | Edição 74
A refrescância de algumas balinhas vem da presença de substâncias como o mentol e o eucaliptol. Elas têm o poder de simular na boca a sensação de frio, tapeando os sensores da mucosa responsáveis por mandar a informação para o cérebro. Um processo semelhante ocorre com a pimenta, que estimula as terminações nervosas sensíveis ao calor. Nos dois casos, não há alteração da temperatura dentro da boca. Como as balas de menta deixam a mucosa mais sensível ao frio, a água em temperatura ambiente ou o próprio ar apenas parecem estar gelados. Em dias de calor e com a geladeira quebrada, chupe uma balinha de menta e tome água natural. Mesmo de mentirinha, vai ser bem refrescante.
Menta na boca dos outros... Balas tapeiam cérebro e causam sensação de refresco
1. Na mucosa da boca há receptores especializados, que levam ao cérebro
informações específicas, como frio, calor e dor, por meio dos
neurônios. Para ir da boca até o sistema nervoso central, o estímulo
passa por apenas três ou quatro neurônios
2. Como o neurônio é uma célula, sua extremidade é composta de membrana e citoplasma. É na membrana que se encontram estruturas parecidas com tubinhos, revestidas de uma proteína chamada TRPM 8, sensível ao frio
3. Esses tubinhos são como fechaduras: só se abrem com a "chave" certa (encontrada em substâncias frias). Ao beber algo gelado, as fechaduras se abrem e captam carga positiva do organismo. É esse dado que o neurônio envia ao cérebro
4. O primeiro neurônio passa a informação ao neurônio seguinte por meio de conexões químicas. Ao chegar ao cérebro, ele entende que se trata de frio, pois aprendeu desde cedo que esse tipo de neurônio só trabalha quando há mesmo algo frio
5. O mentol simula a ação do frio porque, quimicamente, tem uma cópia bem-feita da chave. Se sua concentração for pequena, porém, a abertura é parcial, não dando a total sensação de frio, mas deixando a boca sensível à temperatura ambiente
6. O mesmo ocorre com a pimenta, que estimula apenas os receptores de calor. Como também não há alteração da temperatura da boca, de nada adianta beber água gelada, pois os receptores de calor não a sentem. A água só alivia porque remove a pimenta
2. Como o neurônio é uma célula, sua extremidade é composta de membrana e citoplasma. É na membrana que se encontram estruturas parecidas com tubinhos, revestidas de uma proteína chamada TRPM 8, sensível ao frio
3. Esses tubinhos são como fechaduras: só se abrem com a "chave" certa (encontrada em substâncias frias). Ao beber algo gelado, as fechaduras se abrem e captam carga positiva do organismo. É esse dado que o neurônio envia ao cérebro
4. O primeiro neurônio passa a informação ao neurônio seguinte por meio de conexões químicas. Ao chegar ao cérebro, ele entende que se trata de frio, pois aprendeu desde cedo que esse tipo de neurônio só trabalha quando há mesmo algo frio
5. O mentol simula a ação do frio porque, quimicamente, tem uma cópia bem-feita da chave. Se sua concentração for pequena, porém, a abertura é parcial, não dando a total sensação de frio, mas deixando a boca sensível à temperatura ambiente
6. O mesmo ocorre com a pimenta, que estimula apenas os receptores de calor. Como também não há alteração da temperatura da boca, de nada adianta beber água gelada, pois os receptores de calor não a sentem. A água só alivia porque remove a pimenta
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Qual a diferença entre cogumelo comestível, venenoso e alucinógeno?
por Artur Louback Lopes | Edição 42
Como existem muitas espécies de cogumelos - fala-se em 1,5 milhão - e
nenhuma característica física denuncia a presença de veneno ou
substâncias alucinógenas, é muito difícil (e perigoso) diferenciá-los no
"olhômetro". Para piorar as coisas, estima-se que nem 5% das espécies
estejam classificadas na literatura biológica. Isso significa que nem um
micologista (especialista em fungos) muito experiente pode enfiar na
boca um cogumelo achado no meio da floresta. Mesmo que ele se pareça
muito com uma espécie comestível, é bom desconfiar, afinal um mesmo
gênero pode ter espécies que matam, deixam doidão ou, simplesmente,
enchem a barriga (veja o exemplo do gênero Amanita nas fotos abaixo). Em
laboratório, há duas formas de se identificar um cogumelo: análise
morfológica e bioquímica. A primeira nada mais é do que comparar as
características da espécie encontrada com as das já identificadas e
cata-logadas nos livros científicos. Para isso, leva-se em conta o
formato, as medidas e a coloração do cogumelo. Mesmo que ele se pareça
com alguma espécie conhecida, por precaução é analisado por um
bioquímico treinado para identificar a presença de toxinas (como a
alfa-amanitina, encontrada no Amanita phalloides) e substâncias
alucinógenas (como a psicilobina, do Psilocibe cubensis).
Será que ele é? Estes três cogumelos são do gênero Amanita, mas seus efeitos são totalmente diferentes
ALUCINÓGENO
Amanita muscaria: Um pedacinho de 1 grama pode te deixar zureta por várias horas. É um dos alucinógenos mais antigos da humanidade
VENENOSO
Amanita phalloides ou "chapeu-da-morte": 50 gramas são suficiente para matar uma pessoa. O papa Clemente VII morreu depois de comer um
COMESTÍVEL
Amanita caesarea: Não existe no Brasil, mas faz muito sucesso nas cozinhas européias. Pode ser comido cru, em saladas, sem perigo de intoxicação
Amanita muscaria: Um pedacinho de 1 grama pode te deixar zureta por várias horas. É um dos alucinógenos mais antigos da humanidade
VENENOSO
Amanita phalloides ou "chapeu-da-morte": 50 gramas são suficiente para matar uma pessoa. O papa Clemente VII morreu depois de comer um
COMESTÍVEL
Amanita caesarea: Não existe no Brasil, mas faz muito sucesso nas cozinhas européias. Pode ser comido cru, em saladas, sem perigo de intoxicação
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Dá pra viver bem sem comer carne?
por Viviane Palladino | Edição 51
Sim, mas o menu verde não pode ser muito radical (conheça os diversos tipos de vegetarianismo na tabela abaixo) e o vegetariano precisa ficar ligado para não faltar nenhum nutriente no seu prato. "Para ter uma alimentação saudável, a gente precisa de tudo um pouco, até da gordura e do colesterol da carne", diz a nutricionista Daniela Silveira, da Unifesp. Quando a pessoa pára de comer carne, podem rolar deficiências de quatro nutrientes principais. Confira os maiores problemas e suas soluções.
A falta que ela faz Menu verde é fraco em 4 nutrientes
Elemento em falta - Ferro
Falta de ferro gera anemia. E a maior fonte de ferro são as carnes. O ferro de origem vegetal, presente no feijão e grãos integrais, tem absorção mais baixa
Solução vegetariana - Aumentar a absorção de ferro, combinando alimentos que contenham vitamina C
Elemento em falta - Vitamina B12
Carnes, ovos e leite têm boas reservas dessa substância, essencial para a manutenção das células nervosas
Solução vegetariana - Ovolactos e lactovegetarianos devem comer ovos e leite. Vegans precisam tomar suplementos de vitamina B12
Elemento em falta - Cálcio
Quem não ingere leite e derivados sofre com a ausência desse mineral essencial para evitar osteoporose. O cálcio presente em vegetais como brócolis e grão-de-bico é menos absorvível
Solução vegetariana - Tomar ao menos 3 copos de leite por dia
Elemento em falta - Proteínas
Carnes, leite e ovos têm proteínas mais completas e de fácil absorção. As proteínas vegetais não são tão completas e abundantes como as da carne
Solução vegetariana - Comer muita soja, único vegetal que supre 100% das necessidades protéicas
Falta de ferro gera anemia. E a maior fonte de ferro são as carnes. O ferro de origem vegetal, presente no feijão e grãos integrais, tem absorção mais baixa
Solução vegetariana - Aumentar a absorção de ferro, combinando alimentos que contenham vitamina C
Elemento em falta - Vitamina B12
Carnes, ovos e leite têm boas reservas dessa substância, essencial para a manutenção das células nervosas
Solução vegetariana - Ovolactos e lactovegetarianos devem comer ovos e leite. Vegans precisam tomar suplementos de vitamina B12
Elemento em falta - Cálcio
Quem não ingere leite e derivados sofre com a ausência desse mineral essencial para evitar osteoporose. O cálcio presente em vegetais como brócolis e grão-de-bico é menos absorvível
Solução vegetariana - Tomar ao menos 3 copos de leite por dia
Elemento em falta - Proteínas
Carnes, leite e ovos têm proteínas mais completas e de fácil absorção. As proteínas vegetais não são tão completas e abundantes como as da carne
Solução vegetariana - Comer muita soja, único vegetal que supre 100% das necessidades protéicas
Mato mata fome? Conheça oito tipos de dieta vegetal
Ovolactovegetarianos
De origem animal eles não comem carne, mas comem alimentos que o animal "oferece sem sofrimento nem morte", como ovos e laticínios
Humanocarnívoros
Tentam ao máximo diminuir o consumo de carne, principalmente a vermelha. São "quase vegetarianos", preocupando-se com as condições em que os animais foram mortos
Macrobióticos
Seguem uma dieta oriental que busca "equilibrar a energia dos alimentos", baseada em cereais integrais, soja, legumes, frutas frescas e algum peixe. São evitados farinha, açúcar, álcool,laticínios e carne de boi
Frugivoristas
Só comem aquilo que os vegetais podem "oferecer", como frutas, grãos e sementes. Partes essenciais da planta (folhas e raízes) estão fora, pois "qualquer ser vivo deve ser poupado"
Crudivoristas
Comem apenas alimentos crus, não aceitam nada que seja preparado acima de 45 ºC. Para eles, o cozimento detona as enzimas dos alimentos. A idéia é comer tudo em estado natural
Vegans
Considerados "os verdadeiros vegetarianos", não comem carne ou qualquer produto de origem animal, nem mel ou gelatina, para "não contribuir para o sofrimento dos animais"
Semivegetarianos
Evitam (mas não proíbem) a carne vermelha, preferindo o peixe e o frango, com a justificativa de que a carne branca é mais saudável que a vermelha
Lactovegetarianos
Excluem a carne e o ovo do cardápio - para eles, os ovos possuem "a vibração da vida", além de um alto nível de colesterol. Leite e seus derivados estão liberados no menu.
fonte: mundo estranho
De origem animal eles não comem carne, mas comem alimentos que o animal "oferece sem sofrimento nem morte", como ovos e laticínios
Humanocarnívoros
Tentam ao máximo diminuir o consumo de carne, principalmente a vermelha. São "quase vegetarianos", preocupando-se com as condições em que os animais foram mortos
Macrobióticos
Seguem uma dieta oriental que busca "equilibrar a energia dos alimentos", baseada em cereais integrais, soja, legumes, frutas frescas e algum peixe. São evitados farinha, açúcar, álcool,laticínios e carne de boi
Frugivoristas
Só comem aquilo que os vegetais podem "oferecer", como frutas, grãos e sementes. Partes essenciais da planta (folhas e raízes) estão fora, pois "qualquer ser vivo deve ser poupado"
Crudivoristas
Comem apenas alimentos crus, não aceitam nada que seja preparado acima de 45 ºC. Para eles, o cozimento detona as enzimas dos alimentos. A idéia é comer tudo em estado natural
Vegans
Considerados "os verdadeiros vegetarianos", não comem carne ou qualquer produto de origem animal, nem mel ou gelatina, para "não contribuir para o sofrimento dos animais"
Semivegetarianos
Evitam (mas não proíbem) a carne vermelha, preferindo o peixe e o frango, com a justificativa de que a carne branca é mais saudável que a vermelha
Lactovegetarianos
Excluem a carne e o ovo do cardápio - para eles, os ovos possuem "a vibração da vida", além de um alto nível de colesterol. Leite e seus derivados estão liberados no menu.
fonte: mundo estranho
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Por que os escargots são tão caros?
por Yuri Vasconcelos | Edição 94
Simplesmente porque dá um trabalho danado para criar esses bichinhos gosmentos e deixá-los prontos para ser consumidos. Sem falar que, por ser um animal muito frágil, a produtividade é muito baixa. "Um escargot leva de seis a oito meses para atingir 15 gramas, que é o peso mínimo para ir à mesa", afirma o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Funcia, pioneiro na criação de escargots no Brasil. Ao longo de todos esses meses, além de muito bem alimentados, os filhotes precisam ser criados num ambiente com temperatura e umidades ideais. "Por ser um animal sensível, a taxa de mortalidade em criações comerciais varia de 12 a 15%", diz Funcia. A mortalidade em criações de frangos, por exemplo, é de cerca de 5% e nas de porcos, de 10%. Veja o que rola com esse caracol até chegar aos restaurantes bacanudos. @:-P
DA CONCHA À MESA
Acompanhe o demorado percurso do escargot até chegar ao prato
O escargot é um bicho hermafrodita, que precisa de um parceiro para procriar. Cerca de seis espécies são cultivadas no Brasil, entre elas o escargot de Bourgogne, o maior do gênero na Europa - sua concha tem 5,5 cm de diâmetro
Há duas formas principais de cultivo: em caixas de madeira cobertas ou em criatórios a céu aberto, onde são feitos tanques de alvenaria ou concreto. É neles que ficam os animais adultos que darão início à criação
No acasalamento, o pênis de um escargot penetra a vagina do outro, e vice-versa. Vagarosos, a cópula do casal dura de 10 a 12 horas e a postura dos ovos acontece cerca de três semanas depois. Apesar da transa simultânea, em geral só um animal fica "grávido"
Num período que pode variar de 16 a 30 dias, os filhotes nascem menores que um grão de ervilha) e são separados dos adultos. Herbívoros, em geral eles se alimentam de couve, repolho, pepino ou uma ração específica
Após seis a oito meses de vida boa, eles atingem 15 g de peso e estão prontos para o abate, que pode se dar de duas formas: os coitados são colocados em água quente ou no congelador até morrerem
Em seguida, cada um deles tem sua carne retirada de dentro da concha com um garfo especial. É um processo minucioso e trabalhoso. Para obter 1 kg de carne, é preciso "depenar" 70 escargots
Por fim, rola a lavagem, pré-cozimento, embalagem e congelamento da carne selecionada. Nos restaurantes, antes de ser servida, a carne é colocada de volta na concha. Uma porção com uns seis bichinhos sai por cerca de 50 reais nos lugares mais "em conta"
RANGO DE RICAÇO
Babe com outros petiscos que não são para o bolso de qualquer um
CAVIAR ALMAS
Este raro caviar iraniano é vendido em embalagens de ouro 24 quilates, confeccionadas pela joalheria Cartier. Ele é tão caro porque o esturjão-ranco leva 25 anos para amadurecer e produzir ovas. Preço: R$ 360 mil/kg
AÇAFRÃO
Extraído do miolo das flores Crocus sativus, é a especiaria que atinge maior valor no mundo. Para produção de 1 kg são necessárias de 100 mil a 150 mil flores! Preço: R$ 35 mil/kg
TRUFA BRANCA
O mais inflacionado cogumelo do mundo é originário de Piemonte, no norte da Itália. Alcança 500 g e 12 cm de diâmetro. Preço: R$ 10 mil/kg
CHOCOPOLOGIE
As trufas Chocopologie são preparadas em Lyon, na França, com o chocolate Valrhona, considerado um dos melhores do mundo. Feitas à mão pela empresa de mesmo nome, só são vendidas sob encomenda. Preço: R$ 4,4 mil/kg
KOPI LUWAK
Considerado por muitos o melhor café do mundo, ele só é plantado na ilha de Sumatra, na Indonésia. E fica ainda mais caro por causa da pequena produção: são apenas 250 kg de grãos por ano. Preço: R$ 1,7 mil/kg
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Qual é a origem da pipoca?
Ninguém sabe ao certo, mas tudo indica que ela surgiu na América há mais de mil anos. Os primeiros europeus que chegaram ao continente descreveram a pipoca, desconhecida para eles, como um salgado à base de milho usado pelos índios tanto como alimento quanto como enfeite para o cabelo! Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos. Sabe-se, porém, que inicialmente os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, eles passaram a colocar só os grãos sobre as brasas - até inventarem um método mais sofisticado: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente. O princípio é sempre o mesmo: fazer o grão de milho explodir.
O interior do grão está cheio de água, que, sob calor intenso, se expande até fazê-lo explodir. Popular no mundo inteiro, a pipoca contém alta quantidade de proteína, além de sais minerais importantes para a nutrição, como ferro e cálcio.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Como surgiu a pizza?
por Vinicius Giba | Edição 148
Pergunta do leitor - Felipe Pinheiro
A pizza que comemos hoje, redonda com molho de tomate e coberta com queijo, surgiu em Nápoles, Itália, por volta do século 18. Só que a massa em forma de disco assada em forno e com cobertura é uma criação bem mais antiga. Tudo começou há 6 mil anos com uma fina camada de massa conhecida como "pão de Abrahão" ou "piscea", consumida por hebreus e egípcios. Três séculos antes de Cristo, os fenícios acrescentaram cobertura de carne e cebola. A ideia foi absorvida pelos turcos e, durante as Cruzadas, no século 11, o pão fino e redondo deles chegou ao porto de Nápoles. Os napolitanos aperfeiçoaram a receita com trigo de melhor qualidade e novas coberturas, como o queijo. Só mais tarde, no século 16, o tomate, vindo da América, foi incorporado à pizza. Mas a popularização mundial da redonda rolou mesmo com os norte-americanos (sempre eles), ao término da 2ª Guerra Mundial.
Cerca de 1 milhão de pizzas são consumidas por dia só na cidade de São Paulo
CASA DA PIZZA
A Pizzeria Port¿Alba, de Nápoles, foi a primeira do mundo. Fundada em 1830, funciona até hoje
FONTES Associação Pizzarias Unidas e livro História da Alimentação, organizado por Jean-Louis Flandrin e Massimo MontanariA Pizzeria Port¿Alba, de Nápoles, foi a primeira do mundo. Fundada em 1830, funciona até hoje
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
O que é a "cola" dos refrigerantes do tipo cola?
por Tarso Araújo | Edição 73
É a castanha de uma planta nativa da África tropical. A árvore chegou às Américas trazida pelos escravos e ganhou nomes como noz-de-cola, orobó e café-do-sudão. As árvores coleiras produzem uma noz de 2 a 5 centímetros, com a cor avermelhada típica dos refrigerantes feitos com ela. Graças à alta concentração de cafeína, a cola é usada pelos africanos como estimulante e digestivo. Além disso, quando mastigada, ela realça o sabor doce de alimentos consumidos em seguida. Hoje, entretanto, os refris só têm noz-de-cola no nome, porque ela foi substituída na fórmula por ingredientes sintéticos. :-S
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
O que é geliofobia?
É o medo da risada, tanto da própria quanto da dos outros. Assim como todas as fobias, o temor é irracional, e o corpo responde com alterações como tontura, palpitações, náusea e sudorese, causando mal-estar. A causa ainda é desconhecida, mas há algumas teorias sobre o que desencadeia a doença, incluindo traumas de infância e transferência do medo dos pais para o filho. Acredita-se também que a fobia possa surgir "do nada", sem motivo aparente. "Uma pessoa que tem geliofobia evitará tudo ou quase tudo que a coloque em contato com seu medo", afirma a psicóloga Sandra Giordani. O tratamento indicado é a Terapia Cognitiva Comportamental, que constitui em expor o paciente, ao vivo ou em imaginação, ao seu medo, para que ele o confronte.
FONTES Livro Dicionário Igor de Fobias, de Igor Rafailov, e site PsiqueWeb
CONSULTORIA Sandra Giordani, psicóloga
O TEMPO ESTÁ PASSANDO MAIS RÁPIDO?
Há várias hipóteses para o fenômeno, mas a mais aceita aponta que essa
sensação está relacionada à quantidade enorme de informações e
experiências a que estamos sujeitos atualmente. Quando experimentamos
alguma coisa pela primeira vez, mais dados são armazenados em nossa
memória, pois tudo é novidade. Isso rola, por exemplo, quando vamos pela
primeira vez ao sítio de um amigo. Como não sabemos o caminho, nossos
sentidos ficam mais ligados, absorvendo cada detalhe do trajeto. Nas
outras vezes que voltamos lá, já conhecemos a rota e parece que ela
encurtou, como se a primeira ida tivesse demorado mais. O mesmo vale
para a nossa vida em geral - uma vez que muitas experiências são
repetição do que já vivemos antes. Outra hipótese está associada à idade
de cada pessoa. Para um jovem de 12 anos, por exemplo, chegar aos 18
parece levar uma eternidade - afinal, os seis anos de diferença
correspondem a metade do tempo já vivido pela pessoa. Já para alguém que
está na casa dos 60 anos, os mesmos seis anos representam apenas 10% de
sua vida. Por isso, em geral a sensação de que o tempo está voando fica
mais forte à medida que envelhecemos. Por fim, há ainda quem afirme
que, como vivemos num cotidiano cada vez mais acelerado, impulsionado
pelos avanços tecnológicos, estaríamos nos distanciando de um suposto
ritmo biológico natural, mais lento. Esse descompasso é que daria a
impressão de que o tempo está passando mais depressa. :
fonte: mundo estranho
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O que são totens?
por Giselle Hirata
São esculturas feitas por índios, utilizando figuras de animais,
objetos e até pessoas. Para algumas tribos, os totens servem para
registrar a história de um grupo – considerados um símbolo de
identidadade; para outras, são objetos de culto em cerimônias religiosas
e sociais, que incluem a troca de presentes entre líderes indígenas.
“Os totens também estão ligados à transformação de animais em pessoas e
vice-versa, representando um ancestral que possuía esse tipo de
habilidade”, explica Pedro Paulo Funari, arqueólogo e professor do
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.
Calcula-se que o conceito de totemismo tenha surgido na Pré-História
com o homem primitivo, que colocava a pele de suas caças na entrada da
caverna para pedir a proteção da natureza e, também, para mostrar sua
força e poder. Atualmente, as poucas tribos indígenas que ainda
confeccionam totens costumam vendê-los a colecionadores.
ANIMAIS EMPILHADOS
Conheça o significado dos principais símbolos entalhados nos totensO PÁSSARO TROVÃO
Figura mitológica capaz de criar raios com os olhos e trovões com o bater das asas. Signifi ca poder e liderança
A ÁGUIA
Como voa alto, consegue detectar problemas de longe. É a representação da coragem e do prestígio
O URSO
Com a habilidade de se transformar em humano e vice-versa, denota força, aprendizado e maternidade
A CORUJA
Sabedoria e capacidade de enxergar coisas ocultas, além de representar a alma dos falecidos
O CORVO
Ser sobrenatural, portador da magia e temido por seus artifícios. Ele inspira a criatividade e traz o conhecimento
O SAPO
Atrai a estabilidade e a riqueza, proporcionando uma mudança de vida. Também simboliza a comunicação
O LOBO
Representa a inteligência e o espírito de liderança, além de ser o protetor das famílias e dos necessitados
A TARTARUGA
É o animal que ajuda a deixar “os pés no chão” para que as coisas terrenas tenham a devida atenção
PAU PRA TODA OBRA
Eles se parecem, mas cada totem tem uma utilidade
PILAR
Suporta a estrutura da casa e conta a história da família
VERGONHA
É feito para envergonhar os que quebram promessas
BRASÃO
Fica à frente de casas, registrando a história da tribo
MORTUÁRIO
O topo da coluna leva os restos mortais do falecido
MEMORIAL
Homenageia um líder, com sua imagem no topo
ENTRADA
É como um portal. Serve para saudar os visitantes
Azul - Simboliza rios e lagos, a sinceridade e a felicidade
Amarelo - Remete ao sol e à luz
Vermelho - Representa o sangue da guerra
Preto - Poder e liderança
Branco - O céu,a paz, a pureza e a morte
Verde - Natureza, árvores e montanhas
FONTES Joe Nowac, entalhador de totens, totempoles.info e chainsawsculptors.com
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Se o homem veio do macaco, por que ainda existem macacos?
por Diogo Antonio Rodriguez
"Porque, na verdade, não evoluímos do macaco atual, e sim de um
antepassado em comum", explica Neuza Reja Wille de Lima, professora de
biologia evolutiva da Universidade Federal Fluminense. Ainda não se sabe
exatamente como era esse primata ancestral, apelidado na cultura pop de
"elo perdido". Apenas que ele existiu há 80 milhões de anos e que, a
partir dele, seguindo a teoria da seleção natural de Charles Darwin
(1809-1882), desenvolveram-se paralelamente o ser humano e todos os
macacos que conhecemos. Assim como o homem, os macacos sofreram uma
série de evoluções para chegar às espécies atuais.
Cada macaco no seu galho
Conheça algumas espécies na evolução dos primatas
A árvore da vida
Este esquema, utilizado na biologia, se chama árvore filogenética. Ele simplifica* o processo evolutivo de uma ou mais espécies. Cada bifurcação na linha indica um momento (nem sempre definido com precisão pela ciência) em que indivíduos de uma espécie sofreram uma mutação e, ao longo de milhares de anos, acabaram gerando outra espécie distinta.

Consultoria Marcus Aguiar, pesquisador do Instituto de Física da Unicamp, Ayana B. Martins, pesquisadora do Instituto de Biociências da USP
Cada macaco no seu galho
Conheça algumas espécies na evolução dos primatas
A árvore da vida
Este esquema, utilizado na biologia, se chama árvore filogenética. Ele simplifica* o processo evolutivo de uma ou mais espécies. Cada bifurcação na linha indica um momento (nem sempre definido com precisão pela ciência) em que indivíduos de uma espécie sofreram uma mutação e, ao longo de milhares de anos, acabaram gerando outra espécie distinta.
Tatatatatataravô
O Dryopithecus foi um gênero de primatas que viveu há 26 milhões de anos e originou tanto hominídeos (antepassados do ser humano atual) quanto macacos. Tinha dentes caninos maiores do que os do homem, mas menores do que os de outros primatas. Seus membros eram mais curtos e o crânio menos desenvolvido que o dos macacos atuais. Habitava florestas na África.
O impostor
Provavelmente parecido com o orangotango, o Ramapithecus existiu entre 16 e 5 milhões de anos atrás. Só foi identificado nos anos 60, apesar de seus fósseis terem sido encontrados em 1932, na Índia. Por causa dos dentes pequenos, pensou-se que era uma espécie de "transição" entre homens e macacos. Mas essa distinção só ocorreu entre 6 e 8 milhões de anos atrás.
Quase humanos
O Australopithecus é, provavelmente, o parente mais próximo dos humanos atuais. Esse gênero de hominídeo englobava diversas espécies que viveram entre 5 milhões e 11 mil anos atrás. Como nós, andavam em duas pernas e tinham caninos pequenos, mas eram baixos (1,50 m) e seu cérebro era menor. O fóssil mais famoso se chama Lucy e foi achado na Etiópia, em 1974.
Segunda divisão
Por algumas décadas, cientistas achavam que o Homo neanderthalensis (acima) também era um Homo sapiens. Após pesquisas, ele foi reclassificado como outro tipo de hominídeo, que conviveu com o sapiens (e, suspeita-se, até cruzou com ele). Era baixo (1,64 m, em média), com rosto anguloso e comprido e um grande nariz. Surgiu há 300 mil anos, na Europa e na Ásia.
Enfim, nós
O Homo sapiens (homem sábio, em latim) foi a única espécie de hominídeos que não se extinguiu. Sim, somos nós! Os "sabichões" surgiram há cerca de 300 mil anos e consolidaram os traços físicos atuais há 50 mil anos. Têm o cérebro altamente desenvolvido, andam em duas pernas, têm dentes pequenos, adoram bacon e ainda não compreendem as mulheres.
Nossos brothers
Há muitas evidências de que compartilhamos um ancestral com os macacos. Por exemplo, os chimpanzés africanos têm a mesma disposição de órgãos internos, o mesmo número de ossos e quase a mesma configuração genética que o homem (98% de semelhança). E, claro, o polegar opositor, que permite segurar objetos com precisão e transformá-los em ferramentas.
*Esta é uma árvore filogenética resumida, porque não inclui todas as espécies de primatas conhecidas
Fonte Livros A Origem das Espécies, de Charles Darwin, e Biologia para Leigos, de Donna Rae Sigfried; sites Encyclopedia Britannica, Revista Pesquisa Fapesp, PBS, BBC, Universidade de Berkeley e Smithsonian Natural History MuseumO Dryopithecus foi um gênero de primatas que viveu há 26 milhões de anos e originou tanto hominídeos (antepassados do ser humano atual) quanto macacos. Tinha dentes caninos maiores do que os do homem, mas menores do que os de outros primatas. Seus membros eram mais curtos e o crânio menos desenvolvido que o dos macacos atuais. Habitava florestas na África.
O impostor
Provavelmente parecido com o orangotango, o Ramapithecus existiu entre 16 e 5 milhões de anos atrás. Só foi identificado nos anos 60, apesar de seus fósseis terem sido encontrados em 1932, na Índia. Por causa dos dentes pequenos, pensou-se que era uma espécie de "transição" entre homens e macacos. Mas essa distinção só ocorreu entre 6 e 8 milhões de anos atrás.
Quase humanos
O Australopithecus é, provavelmente, o parente mais próximo dos humanos atuais. Esse gênero de hominídeo englobava diversas espécies que viveram entre 5 milhões e 11 mil anos atrás. Como nós, andavam em duas pernas e tinham caninos pequenos, mas eram baixos (1,50 m) e seu cérebro era menor. O fóssil mais famoso se chama Lucy e foi achado na Etiópia, em 1974.
Segunda divisão
Por algumas décadas, cientistas achavam que o Homo neanderthalensis (acima) também era um Homo sapiens. Após pesquisas, ele foi reclassificado como outro tipo de hominídeo, que conviveu com o sapiens (e, suspeita-se, até cruzou com ele). Era baixo (1,64 m, em média), com rosto anguloso e comprido e um grande nariz. Surgiu há 300 mil anos, na Europa e na Ásia.
Enfim, nós
O Homo sapiens (homem sábio, em latim) foi a única espécie de hominídeos que não se extinguiu. Sim, somos nós! Os "sabichões" surgiram há cerca de 300 mil anos e consolidaram os traços físicos atuais há 50 mil anos. Têm o cérebro altamente desenvolvido, andam em duas pernas, têm dentes pequenos, adoram bacon e ainda não compreendem as mulheres.
Nossos brothers
Há muitas evidências de que compartilhamos um ancestral com os macacos. Por exemplo, os chimpanzés africanos têm a mesma disposição de órgãos internos, o mesmo número de ossos e quase a mesma configuração genética que o homem (98% de semelhança). E, claro, o polegar opositor, que permite segurar objetos com precisão e transformá-los em ferramentas.
*Esta é uma árvore filogenética resumida, porque não inclui todas as espécies de primatas conhecidas
Consultoria Marcus Aguiar, pesquisador do Instituto de Física da Unicamp, Ayana B. Martins, pesquisadora do Instituto de Biociências da USP
Quantas bandeiras o Brasil já teve?
Até 1645, o Brasil utilizou os mesmos estandartes de Portugal. Depois,
passou a ter seus próprios. E foram muitos: em 502 anos, o país já
ostentou dez bandeiras. "Essas trocas sempre refletem mudanças políticas
que ocorrem em uma nação", afirma a historiadora Célia Reis Camargo, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp). A frase é facilmente comprovada
acompanhando a introdução de cada bandeira. A primeira foi a do império
português. Em 1821, houve a queda do Absolutismo e a transformação em
monarquia constitucional. Um ano depois, o Brasil se tornava
independente, ganhando o pavilhão imperial,0 que permaneceu hasteado até
a proclamação da República, em 1889. No dia 19 de novembro, surgiu a
bandeira nacional usada até hoje. As estrelas, posicionadas conforme
eram vistas no céu do Rio de Janeiro em 15 de novembro, representavam os
20 Estados e o município neutro (transformado depois em Distrito
Federal). À medida que novos Estados eram criados, mais estrelas eram
adicionadas - hoje são 27.
Um pavilhão para cada ocasião A história do Brasil é pontuada por uma dezena de bandeiras
1500

A bandeira portuguesa da época do descobrimento trazia a Cruz da Ordem Militar de Cristo com o escudo real
1521
O estandarte de D. João III eliminou a cruz, apresentando como novidade uma coroa real sobre o antigo escudo
1616
O emblema adotado durante a ocupação espanhola foi criado para Portugal e suas colônias durante a União Ibérica
1640
A Bandeira da Restauração foi introduzida quando Portugal recuperou sua independência
1645
A bandeira do Principado do Brasil ostentava uma esfera armilar, instrumento usado na navegação
1816
A Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve nos deu status
de reino depois da vinda da família real lusa para cá, em 1808
1821
A Bandeira do Regime Constitucional foi adotada quando Dom João VI retornou a Portugal como rei constitucional
1822
A Bandeira Imperial, adotada com nossa independência, introduziu as cores verde e amarela e uma estrela para cada província
1889
A Bandeira da República Provisória, uma cópia do estandarte americano, tremulou por apenas quatro dias - de 15 a 19 de novembro
1889
A bandeira republicana, usada até hoje, tem os Estados brasileiros e o Distrito Federal representados por estrelas.
fonte: mundo estranho
A bandeira portuguesa da época do descobrimento trazia a Cruz da Ordem Militar de Cristo com o escudo real
1521
O estandarte de D. João III eliminou a cruz, apresentando como novidade uma coroa real sobre o antigo escudo
1616
O emblema adotado durante a ocupação espanhola foi criado para Portugal e suas colônias durante a União Ibérica
1640
A Bandeira da Restauração foi introduzida quando Portugal recuperou sua independência
1645
A bandeira do Principado do Brasil ostentava uma esfera armilar, instrumento usado na navegação
1816
1821
A Bandeira do Regime Constitucional foi adotada quando Dom João VI retornou a Portugal como rei constitucional
1822
A Bandeira Imperial, adotada com nossa independência, introduziu as cores verde e amarela e uma estrela para cada província
1889
A Bandeira da República Provisória, uma cópia do estandarte americano, tremulou por apenas quatro dias - de 15 a 19 de novembro
1889
A bandeira republicana, usada até hoje, tem os Estados brasileiros e o Distrito Federal representados por estrelas.
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